top of page

O que é vidro de safira e por que ele importa em um relógio

Foto do escritor: André Batista
André Batista
27 de set.
1 min de leitura

Quando você olha para o mostrador de um relógio, o que o protege não é vidro de verdade. É safira — cristal de safira sintética, o segundo material mais duro que existe, atrás apenas do diamante.


Na escala de Mohs, que mede a dureza dos materiais, o vidro comum fica em torno de 5, o cristal mineral em 6 e a safira alcança 9. Na prática, isso significa que o vidro de safira resiste a quase tudo o que um relógio encontra no dia a dia: chaves, maçanetas, areia, o pulso encostado na parede. Arranhar uma safira exige material quase tão duro quanto ela.


É por isso que o vidro de safira é padrão nas marcas de luxo — Rolex, Omega, Tissot — e raro em relógios abaixo de R$ 1.500. A maioria dos relógios populares usa cristal mineral, que risca com o tempo, ou vidro acrílico, que risca ainda mais. O custo é o motivo: a safira precisa ser cultivada em laboratório, cortada e polida com precisão, e frequentemente recebe tratamento antirreflexo. Mas o resultado é um cristal que envelhece como novo.


No Alvorada, da Vera Cruz, o vidro de safira é item de série — não um opcional de luxo. Acreditamos que proteção de verdade não deveria ser privilégio de relógio de R$ 3.000.

 
 
 

Comentários


bottom of page